Acadêmicos do primeiro ano do curso de Enfermagem da Unifipa estiveram, no início de setembro, no Instituto de Deficientes Visuais de Catanduva (IDVC) para mais uma atividade do projeto de extensão comunitária realizada mensalmente com os atendidos da entidade. O intuito é promover orientações sobre diferentes temas relacionados à saúde e aproximar a formação acadêmica das necessidades da comunidade. O tema abordado foi "Violência", com destaque para questões relacionadas ao respeito, às diferentes formas de violência contra a mulher e à Lei Maria da Penha. Por meio de orientações e diálogo com os participantes, os estudantes buscaram contribuir para que situações de violência possam ser reconhecidas e prevenidas.
Para a coordenadora do curso de Enfermagem, Profa. Dra. Luciana de Oliveira Paes, as atividades extensionistas são importantes para a formação integral dos acadêmicos. "A extensão contribui para a formação profissional e cidadã do aluno, principalmente por proporcionar contato direto com a comunidade. É nesse espaço de troca que o acadêmico compreende melhor a realidade social e percebe como o conhecimento adquirido pode contribuir para a qualidade de vida das pessoas", destaca.
Além de levar informação à comunidade, a atividade possibilitou aos estudantes desenvolverem comunicação, capacidade de escuta, segurança para falar em público e compreensão sobre o papel da Enfermagem na orientação e prevenção da violência. "As atividades extensionistas possibilitam o desenvolvimento de práticas que promovem mudanças e vão ao encontro das necessidades identificadas na sociedade", ressalta Luciana.
A professora ainda avisa que tais atividades comunitárias também podem ter a participação do público externo interessado. Basta ligar na secretaria acadêmica do curso de Enfermagem para mais informações pelo telefone 17 3311 3328, ramal 3330.
Foto/Divulgação
Texto: Alan Gazola - Assessoria de Imprensa Fundação Padre Albino
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