Na entrevista coletiva realizada no último dia 12 para informar sobre o desabastecimento de medicações usadas para intubação e ventilação mecânica no tratamento de pacientes com COVID-19 e de pacientes de outras patologias que necessitem desse mesmo recurso, a Fundação Padre Albino esclareceu que se a operação dos hospitais Emílio Carlos e Padre Albino continuasse na rotina teria os medicamentos, em média, para quatro dias.

A diretora de Saúde e Assistência Social da Fundação, Renata Rocha Bugatti, informou, porém, que com todas as ações - suspensão das cirurgias eletivas e exames que demandam esses medicamentos – os hospitais estão conseguindo fazer a operação por mais uns dias. Ela disse, também, que enquanto isso estão sendo realizadas várias ações intensivas com fornecedores para aquisição e recebimento desses medicamentos.

“Mais uma vez orientamos e pedimos o comprometimento da população de Catanduva e região no reforço das medidas de prevenção contra o COVID, bem como de outras patologias e, principalmente, acidentes, de trânsito ou domésticos”, alertou a diretora.

Os hospitais da Fundação Padre Albino são responsáveis pelo atendimento de casos de urgência e emergência de Catanduva e mais 18 cidades da região e diariamente divulga, em seu site, boletins informativos com dados atualizados sobre o coronavírus. “Só vamos modificar a curva ascendente desenfreada do número de casos seguindo à risca as medidas de prevenção”, frisou Renata Bugatti.

O presidente da Diretoria Executiva, Reginaldo Donizeti Lopes, ressaltou o apoio que a Fundação está recebendo do Ministério Público e do Departamento Regional de Saúde/DRS XV, de São José do Rio Preto.

Foto: Coletiva à imprensa quando foi informado o desabastecimento de medicamentos.

Fonte: Fundação Padre Albino

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