A Fundação Padre Albino realizou, nos dias 10 e 12 de março, a campanha “Março pela Vida”, mobilização voltada ao cadastro de novos doadores de medula óssea. A ação foi realizada no dia 10 no Hospital Padre Albino e no dia 12 no Hospital Emílio Carlos, em parceria com o Hemonúcleo de Catanduva.

Durante a campanha colaboradores fizeram o cadastro para se tornarem doadores de medula óssea. O processo é simples e consiste na coleta de pequena amostra de sangue, preenchimento de formulário e inclusão dos dados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). A mobilização teve resultado expressivo. Ao todo, mais de 80 novos cadastros foram feitos ao longo dos dois dias. De acordo com a biomédica Débora Ribas Diniz, coordenadora das Agências Transfusionais da Fundação Padre Albino, a adesão superou as expectativas. “A campanha foi um sucesso; foram mais de 80 cadastros realizados. Esse movimento é muito importante porque amplia as chances de compatibilidade para pacientes que aguardam transplante. Muitas vezes, a doação de medula óssea representa a única possibilidade de cura para pessoas com doenças graves do sangue, como leucemias e linfomas. Cada novo cadastro pode significar nova esperança de vida”, destacou.

Além de incentivar o cadastro, a campanha também teve como objetivo conscientizar sobre a importância da doação de medula óssea, já que a compatibilidade entre doador e paciente é rara e depende de características genéticas.

Como se cadastrar como doador

Quem deseja se tornar doador pode fazer o cadastro diretamente no Hemonúcleo de Catanduva, na Rua 13 de Maio, 974, no centro de Catanduva. O atendimento ocorre, de terça-feira a domingo, das 7h às 13h, e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 3522-7722.

  • Para se cadastrar é necessário:
  • Ter entre 18 e 35 anos
  • Estar em boas condições de saúde
  • Apresentar documento oficial com foto

O processo é rápido: basta preencher um formulário e coletar pequena amostra de sangue, que será analisada e inserida no banco nacional de doadores. A partir daí, caso haja compatibilidade com algum paciente, o voluntário é chamado para exames complementares.

A ampliação do cadastro de doadores é essencial, pois a chance de encontrar doador compatível pode ser de apenas 1 em 100 mil pessoas. Por isso, cada novo voluntário aumenta as possibilidades de salvar vidas e oferecer esperança a quem aguarda por transplante.

Fonte: Luiz Felicio Chaves - FPA

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