O mês de outubro traz a campanha de conscientização e prevenção do câncer de mama. Com seu início na década de 90, nos Estados Unidos, a campanha foi aprovada pelo Congresso Americano e ganhou força após a primeira “Corrida pela Cura”, na cidade de Nova Iorque. Já no Brasil, foi um pouco mais tarde, em 2002, quando o Obelisco de Ibirapuera em São Paulo, foi iluminado com luzes de cor rosa. Mas, somente em 2008, teve reconhecimento nacional em campanhas publicitárias, corridas, e assim como no resto do mundo, o movimento ficou marcado pelo laço rosa que simboliza a causa.
A conscientização sobre o câncer de mama é tão importante devido à alta taxa de mortalidade. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), este tipo de câncer é o que mais mata mulheres no Brasil, por isso, é fundamental lembrar que a detecção precoce do câncer de mama aumenta consideravelmente as chances de cura.
Os fatores de risco para o desenvolvimento da doença podem ser genéticos e hereditários; ambientais e comportamentais; ou ainda relacionados à idade (acima de 50 anos) e a fatores da história reprodutiva e hormonal. Alguns hábitos saudáveis rotineiros, além de melhorar a qualidade de vida, diminuem os riscos de desenvolver a doença, tais como: praticar atividades físicas, alimentação saudável, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, evitar a obesidade, entre outras boas práticas.
Independentemente da idade, é importante que cada mulher conheça o seu corpo, pois cada mama é única. O toque e a observação constantes são as melhores formas de reconhecer quando algo está diferente. A orientação atual é a mulher apalpar as mamas sempre que se sentir confortável, a qualquer tempo, mas sem nenhuma recomendação de técnica específica ou periódica.
Em muitos casos, o câncer de mama pode ser diagnosticado na fase inicial aumentando as chances de tratamento e cura. Esse diagnóstico pode ocorrer por meio da mamografia, exame radiológico realizado por um equipamento chamado mamógrafo capaz de identificar nódulos não palpáveis. A mamografia de rastreamento é indicada pelo Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS) para mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos. Já a mamografia diagnóstica tem como finalidade investigar lesões suspeitas de câncer e podem ser solicitadas pelo médico em qualquer idade.
A Unimed Catanduva está promovendo a campanha #CorrentePelaMamografia com o objetivo de conscientizar e informar toda a população, além de engajar e convidar todas as mulheres para realizarem o exame como forma de prevenção.
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Fonte: Unimed Catanduva

