O fato de a criança ter um amigo imaginário não é motivo para os pais se assustarem. A criação desse personagem costuma ser saudável e influencia na formação da personalidade do pequeno. Amigos imaginários são comuns durante a fase lúdica e quando a criança se sente sozinha, buscando uma companhia para brincar e conversar.

Márcia Karine Monteiro, psicóloga, neuropsicopedagoga e coordenadora do curso de Psicologia do UNINASSAU -- Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista, explica que as crianças têm consciência de que os amigos imaginários não são reais. "Elas conseguem detalhá-los, falar sobre as cores dos olhos, do cabelo e altura, mas não o veem. Sabem que são fruto da sua imaginação. Esse personagem costuma ser procurado em momentos de escape, no desejo de aliviar alguma situação indesejada. Pode ser ao entrar em uma nova escola, quando deixa de ser o filho único ou qualquer outra forte mudança na sua rotina".

Inclusive, o amigo imaginário pode servir como um conselheiro para a criança. A tendência é que os eles sumam com o tempo, como quando os mais novos se estabelecerem melhor e aprenderem a lidar com algumas situações.

Fonte: UNINASSAU

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