O Hospital Emílio Carlos de Catanduva (SP) precisou negar na noite de terça-feira (9) 167 pedidos de transferência de pacientes com suspeita ou diagnóstico positivo de Covid-19.

O motivo para os pacientes não serem transferidos é a falta de vagas disponíveis de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de enfermaria para tratamento da doença.

Atualmente, o Hospital Emílio Carlos está com 115% de ocupação em leitos intensivos. Na enfermaria, o índice é de 112%, um pouco menor, mas extremamente preocupante.

O fato de o hospital ultrapassar os 100% de ocupação é possível porque, quando o limite é atingido, as pessoas começam a ser atendidas em outras alas. Porém, isso evidencia que a lotação é uma realidade.

“Até o momento, a Fundação sempre publicou a todos que não tem condições devido às dificuldades de contratação de RH e aquisição de equipamentos. Porém, a regional de Saúde vai transferir os pacientes das enfermarias não Covid-19 para outros hospitais da região. Assim, conseguiremos colocar esses profissionais para atender na UTI Covid-19. Nós conseguiremos criar 15 novos leitos de terapia intensiva”, explicou Renata Rocha Bugatti.

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O hospital particular São Domingos também trabalha com índices preocupantes.

Outra questão que chama a atenção é a situação da Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A unidade possui dez leitos para pacientes que estão em acompanhamento e que aguardam transferência para outros hospitais. Desses dez pacientes internados, nove precisam ser transferidos. Porém, não encontram vagas.

Para a secretária de Saúde de Catanduva, Claudia Monteira Ferrazzi Fereira, a taxa de contaminação da Covid-19 precisa diminuir nos próximos dias, o que só será possível com o apoio dos moradores.

“A saúde não dará conta. Profissionais cansados, estrutura no limite da capacidade de ampliar. O que nós precisamos é conter o vírus. Nós estamos tendo uma alta taxa de contaminação. As pessoas estão se agravando muito rápido. Estamos vendo jovens morrerem em UTI’s”, disse.

Em Catanduva, 26 novos leitos de enfermaria serão abertos. Desses, 12 funcionarão na Unidade de Pronto Atendimento. O restante será instalado em outro local.

Além da situação crítica dos hospitais, o que preocupa as autoridades de saúde é que o os pacientes estão chegando às unidades com um grave mais grave, como explica o pneumologista Ricardo Domingues Delduque.

“Além da incidência da doença estar muito mais alta do que antes, a gravidade também está. Muita gente antes tinha uma evolução boa, hoje, qualquer faixa etária tem risco de ir para terapia intensiva ou até mesmo morrer.”

Fonte: G1 Rio Preto e Araçatuba

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