Desde o início desta pandemia causada pelo novo coronavírus, ouvimos alguém dizer que vai passar e que, depois da tragédia, tudo voltará ao normal, exatamente como era antes.

Segundo estudo realizado pelo Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), no Brasil os casos de depressão praticamente dobraram desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o novo coronavírus como pandemia.

A pandemia continua, os trabalhos se adaptaram, as crianças estão em casa. Tempo é uma coisa que se pensava que iria sobrar e agora está faltando para cada um conseguir lidar com todas as demandas do trabalho e da família.

As bandeirinhas coloridas estão guardadas, o sanfoneiro silencioso usa máscara, o arrasta-pé foi cancelado. Quem nunca nesta época do ano vivenciou das mais variadas formas, dependendo da região, a alegria intensa de uma das mais contagiantes festas tradicionais do nosso país?

A cada dia, há mais de 1 milhão de novos casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) curáveis entre pessoas de 15 a 49 anos, conforme dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no último ano.

Recentemente lendo uma entrevista concedida por um respeitado economista, sobre os reflexos da crise do Coronavírus na Economia, a primeira coisa que me veio à cabeça foi Sócrates.

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