O Brasil tem vivido uma crise de saúde mental no trabalho e os números não param de crescer. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ministério da Previdência Social (MPS), em 2024, os afastamentos por transtornos psicológicos chegaram a 470 mil – um aumento de 68% em relação ao ano anterior. Esses dados acenderam um alerta não apenas para os profissionais de RH, mas para todo o mundo corporativo.

No dia 28 de junho, celebra-se o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ - Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Queer, Intersexuais, Assexuais, Pansexuais, Não-binários e um "+", que indica a inclusão de outras identidades e orientações não especificadas

Tem certas bênçãos na vida que chegam de mansinho, sem a gente esperar, feito orvalho na folha seca, e que, de repente, transformam o nosso chão.

Somente em agosto de 2024, o Brasil começou a considerar como prioridade a saúde psicológica no ambiente de trabalho. Antes da mudança trazida pela NR-1, não tínhamos exatamente uma norma que classificasse o risco ocupacional, deixando para as companhias a responsabilidade de decidir o que é seguro para o colaborador, abrindo margem para descuido ou possíveis erros nesse tratamento.

Em vigor desde 31 de janeiro deste ano, a Lei nº 15.100/2025, que restringiu o uso de celulares nas escolas brasileiras, não têm sido cumprida por 63% dos estudantes do Ensino Médio, que afirmam ainda levar o aparelho celular para a escola todos os dias - conforme apontou pesquisa, divulgada recentemente, da iniciativa Equidade.info em parceria com a Frente Parlamentar da Educação.

No silêncio acolhedor de uma manhã que misturava o antigo e o novo, José se via diante de uma tela que mais parecia uma janela para o seu passado.

Estudo inédito realizado pelo Ministério da Saúde, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e a Associação Médica Brasileira (AMB) evidencia maior concentração de médicos especialistas na rede privada de saúde e distribuição desigual no país. Ele representa a Demografia Médica do Brasil em 2025.

Nos últimos dias, chamou atenção a notícia de que a Prefeitura de Ribeirão Preto estuda contrair um empréstimo milionário para eletrificar cerca de 20% da frota de ônibus urbanos.

Compreender a violência policial como fator intimamente ligado à militarização é, no mínimo, um equívoco teórico e um risco prático.

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