Nícolas Fusaro Mori, que desapareceu em Catiguá (SP), teria 18 anos neste ano — Foto: Hidreley Leli Dião/Divulgação

O desaparecimento do menino Nícolas Fusaro Mori, de Catiguá (SP), à época com quatro anos, completa 14 anos nesta quarta-feira (28). Desde 2011, a família vive dias de incertezas e angústias em busca de pistas sobre o paradeiro da criança.

Na manhã do dia 28 de maio daquele ano, Nícolas saiu de casa, pela porta dos fundos, sem que a mãe, Sibrian Teodoro de Jesus Fuzaro Mori, percebesse. Desde então, os boatos passaram a assombrar a família, que não tem respostas para o que aconteceu.

O menino foi visto pela última vez por funcionários da fazenda onde morava, localizada entre um córrego, a Rodovia Washington Luís e um ferro-velho. Nícolas é o caçula de outros dois filhos da mulher: uma jovem de 25 anos e outro com 22 atualmente. Apesar dos anos, Sibrian revelou que mantém a esperança de rever o menino.

"O sentimento da perda, a saudade e o vazio são os mesmos, não mudam. O que muda é que aprendemos a conviver com essa dor. Esperamos encontrar ele, sim, tanto que ainda compartilhamos fotos nas redes sociais", lamenta a mãe.

Por conta da falta de rastros, o sumiço de Nícolas intrigou a equipe de investigadores da polícia. O inquérito foi arquivado em 2012, um ano e meio depois de aberto. Ao g1, o delegado responsável pelo caso à época, Hélvio Bolzan, informou que a investigação não avançou.

Conforme ele, várias hipóteses foram levantadas sobre o caso, como rapto, sequestro e homicídio. Mesmo após dias intensos de buscas, com a ajuda de um helicóptero Águia, de cães farejadores, além de centenas de pessoas ouvidas, não houve prisões, e o menino nunca reapareceu.

Na época, o sumiço mobilizou, além de policiais e autoridades de segurança, parentes, amigos e até desconhecidos. A mãe espalhou mais de 1,5 mil cartazes com a foto de Nícolas pela cidade e pela região. A principal hipótese da mulher é de que Nícolas tenha sido sequestrado.

"Nunca suspeitei de ninguém, apesar de ter pessoas que foram investigadas. Eu morava na fazenda, próximo à rodovia, e imagino que ele tenha ido até lá e alguém o pegou. Mas tenho fé e certeza em Deus que ainda vou encontrar", reforça a mãe.

Rosto na caixa de leite

O artista de Botucatu (SP) Hidreley Leli Dião, que usa inteligência artificial para projetar como estariam atualmente pessoas desaparecidas há anos, refez o retrato de Nícolas com 18 anos. A imagem do jovem percorre o país nas caixinhas de leite longa vida.

Se você tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Nícolas, pode entrar em contato com a polícia pelo telefone 190. O anonimato é garantido.

Fonte: G1 RioPreto

Farming Simulator: Indústrias Colombo leva a colheita de amendoim para universo dos videogames

Leia mais...

Enfermagem FAMERP celebra 35 anos de história

Leia mais...

Mostra interativa de robótica encerra projeto social em Novo Horizonte

Leia mais...

Menor é apreendido após acidente com motocicleta adulterada e droga em Catanduva

Leia mais...

EMEF Coronel, uma das escolas que avançaram no ideb, aposta em aprendizado com “mercadinho”

Leia mais...

Prefeitura abre inscrições para processo seletivo de professores da Rede Municipal

Leia mais...