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Benner lança Jurix AI na Fenalaw 2026 e apresenta Benner Atelier, orquestrador de agentes de IA que potencializa o trabalho jurídico

A Benner, uma das maiores fornecedoras brasileiras de soluções em software de gestão e serviços, lança na Fenalaw 2026, de 27 a 29 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, a Jurix AI. A solução lê a petição inicial, compara as provas apresentadas com os subsídios da empresa e auxilia o advogado na construção da melhor contestação, fundamentada e auditável, a partir dos processos que a própria companhia já ganhou. No estande C58, a Benner apresenta também o Benner Atelier, orquestrador de agentes de IA que atua dentro da própria plataforma jurídica e interage com dados, tarefas e fluxos, em atividades pontuais ou rotineiras. Os dois produtos marcam o posicionamento da Benner como plataforma de inteligência e execução jurídica: IA que age, e não só sugere, com o advogado no comando e governança auditada.

A proposta é voltada a jurídicos corporativos de alto volume. Em vez de sugerir texto à margem da operação, a IA assume tarefas operacionais e prepara o trabalho de análise dentro do sistema, com rastreio de cada atividade, para que o advogado dedique seu tempo às decisões que exigem julgamento jurídico. Segundo o CEO da Benner, Severino Benner, o conceito da companhia se resume a mudança. “Do sistema à inteligência jurídica, da inteligência à execução” explica.

Benner Atelier: agentes de IA criados para a rotina de cada jurídico

O Benner Atelier permite criar agentes de IA por meio de linguagem natural para executar rotinas e atividades dentro do Benner Jurídico. Os agentes interagem com os dados, os documentos e os fluxos de trabalho da plataforma, o que vai além de um fluxo automatizado: cada jurídico pode desenhar agentes para as atividades que fazem sentido na sua operação. O Atelier já vem com agentes prontos para cadastro de processos, pagamentos judiciais, ofícios, leitura de iniciais, acordos e publicações, avaliação de contratos e pareceres.

O Benner Atelier é o primeiro orquestrador de agentes de IA que realmente atua dentro da própria plataforma de gestão jurídica no Brasil. Cada agente atua com limites de acesso definidos, e o nível de aprovação humana é configurado pela empresa conforme a criticidade da atividade. Tudo fica registrado: o que o agente fez, quais dados usou e qual regra seguiu, sem fluxos paralelos nem dados fora do controle da empresa. No cadastro de processos com IA, o tempo caiu de 15 para menos de 3 minutos, com 90% de acurácia De acordo com o diretor da Vertical Jurídica da Benner, Magno Alves, o uso da IA transformou para uma nova experiência. “A pergunta deixou de ser se o jurídico vai usar IA. Agora é outra: o que o agente pode fazer, a que dados ele tem acesso e quem confere cada ação que ele executa” explica o executivo.

Jurix AI: a melhor defesa construída a partir das vitórias da empresa

A Jurix AI começa a análise assim que o processo chega, sem acionamento manual nem fila. Ela decompõe a petição inicial em alegações e pedidos, analisa as provas apresentadas pela parte contrária e as compara com os subsídios da empresa. Em seis camadas de investigação, identifica em quais processos aquele autor e aquele advogado já litigaram contra a empresa, com quais teses e com que resultado.

Com isso, o advogado recebe uma sugestão de linha de contestação fundamentada, com scores de subsídio, contestação e condenação, estimativa de exposição financeira, recomendação de acordo e lacunas apontadas. O advogado analisa, revisa, ajusta, aprova e assina. Cada cliente opera em ambiente isolado: o acervo de uma empresa não é usado na análise de outra.

Diferente de outros produtos, a Jurix AI nasceu com o propósito de potencializar a atuação do advogado, não de substituí-lo, permitindo a sua atuação em questões estratégicas do processo e próprias da advocacia.

Santander e Inter integram programação da Benner

Durante o evento, a Benner também promoverá duas apresentações com Santander e Inter, que abordarão experiências relacionadas ao uso de tecnologia em operações do setor financeiro. A programação contará com uma análise sobre aplicações desenvolvidas em organizações que lidam com grandes volumes de informações, processos e exigências de controle.

Os casos contribuem para aproximar a discussão sobre inteligência artificial de situações encontradas pelas empresas no dia a dia e mostrar como diferentes tecnologias podem ser incorporadas às estruturas corporativas de acordo com as necessidades de cada operação.

A participação na Fenalaw faz parte da atuação da Benner no mercado jurídico, segmento no qual a companhia ampliou ao longo dos anos seu portfólio de sistemas de gestão com recursos de automação, integração de dados e inteligência artificial. A edição de 2026 permitirá à empresa apresentar essas aplicações diretamente a profissionais responsáveis pela operação jurídica das organizações e acompanhar as demandas que vêm orientando os investimentos em tecnologia no setor.

Para o Gerente de Produto Jurídico da Benner, Christian Klug, a Fenalaw é um espaço que permite a conversa direta com quem administra os desafios que a empresa busca resolver por meio da tecnologia. “É uma oportunidade para entender como as prioridades dos departamentos jurídicos estão mudando, apresentar aplicações que já estão disponíveis e, principalmente, confrontar nossas soluções com necessidades concretas das empresas. Essa proximidade com o mercado é importante para orientar o desenvolvimento do nosso portfólio”, discorre.

Escala com governança

Colocar IA para cadastrar processos, validar pagamentos judiciais e alimentar provisões só faz sentido se o controle sobre esses dados resistir a uma auditoria. O Benner Jurídico tem dois relatórios que comprovam isso, emitidos por auditorias independentes. Os dois são do Tipo II: em vez de uma fotografia de um dia, verificam se os controles funcionaram de fato ao longo de meses de operação real.

  • SOC 1 Tipo II. Atesta a efetividade dos controles sobre as informações que chegam às demonstrações financeiras do cliente, como provisões, depósitos judiciais, pagamentos e garantias. Na prática, o auditor externo e as áreas de controles internos e SOX podem usar o relatório como evidência, reduzindo testes próprios e o retrabalho no fechamento.
  • SOC 2 Tipo II. Atesta a efetividade dos controles de segurança, disponibilidade e confidencialidade sobre os dados que o cliente confia à plataforma.

Para o cliente, o resultado é comercial: menos tempo com questionários de segurança e due diligence de fornecedores, aprovação mais rápida em compras e compliance e respaldo para levar a IA a processos que afetam o balanço. Para o Gerente de Segurança e Gestão de Riscos da companhia, Jorge Espinhara, a base fundamental é confiar nos dados. “No jurídico, a IA só ganha escala quando o diretor financeiro e o auditor confiam no dado que ela usa. É isso que os relatórios SOC entregam”, conclui.

Sobre a Benner

A Benner está entre as maiores empresas brasileiras de tecnologia, serviços e transformação de processos, com foco nos mercados de saúde, jurídico, RH, logística e supply chain, ERP e turismo corporativo. São 28 anos de atuação e mais de 2 mil colaboradores, em três centros de desenvolvimento e escritórios em São Paulo, Barueri (SP), Brasília (DF), Goiânia (GO), Blumenau (SC), Maringá (PR), João Pessoa (PB) e Rio de Janeiro (RJ), além de canais de venda nos principais polos econômicos do país.

Fenalaw 2026

Data: de 27 a 29 de outubro de 2026 Local: Transamerica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo (SP) Estande: C58, entre as ruas 08 e 09.

Fonte: Igor Lima – EPR

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