Quando Lucas Sartorelli, 9 anos, começou a frequentar o Ensino Fundamental comum de uma escola pública do interior de São Paulo, há três anos, sua mãe, a comerciante Tereza Cristina, 36 anos, não imaginava o salto que o comportamento do filho, diagnosticado como autista nível 3 de suporte, teria. Sem conseguir verbalizar uma palavra sobre coisas simples, como pedir para beber água ou ir ao banheiro, o garoto sofria e frequentar a escola regular era visto como um imenso desafio. Cenário que mudou completamente após a figura das profissionais de apoio escolar, também chamadas de cuidadoras, ser inserida na educação inclusiva da escola em que ele estuda, em Igaraçu do Tietê, com parceria da Conviva Serviços, entidade privada que atende alunos com deficiência em unidades de ensino públicas pelo País.

 

Em abril, mês da Conscientização Mundial sobre o Autismo, a educação inclusiva é conquista a ser comemorada por meio de histórias inspiradoras e de esperança, como a de Lucas.

 

"Meu filho sempre foi afetuoso, mas não falava. Não conseguia verbalizar, pedir o que queria ou precisava, por isso chorava muito e ficava agitado. Depois de algumas semanas com a cuidadora na escola, começamos a notar a evolução. Ele pegou confiança e, hoje, consegue pedir o que quer, concordar ou não com as coisas e todo o resto foi melhorando. Agora, ele vai para a escola animado e, além de ficar até o fim da aula, faz as atividades, interage com os coleguinhas, com a professora e até na lousa vai, na frente de toda a sala de aula. É emocionante", completa a mãe.

 

Evolução que é confirmada pela pedagoga Jéssica Caroline Paes, profissional que também atua na supervisão da Educação Especial em Igaraçu do Tietê.

Ela atribui o desenvolvimento intenso do garoto à parceria entre município, escola e a Conviva Serviços. "Entendemos que a educação inclusiva não é aquela que só matricula e insere o aluno, mas sim a que inclui, que dá condições para que ele acesse o ensino de forma plena, segura e digna. Na escola, as cuidadoras garantem que o aluno ganhe autonomia no tempo que precisa. Criamos um vínculo tão grande com as cuidadoras da Conviva que consideramos esse trabalho de extrema necessidade para continuar colhendo bons resultados. Temos outros casos de destaque além do Lucas por aqui", reforça a pedagoga.

 

 

Cuidado e afeto

E o segredo para lidar com o autismo de forma mais assertiva, explica a cuidadora de Lucas, Natalia Adriano, está na relação de afeto construída com os estudantes assistidos.

"Até nos dias em que o Lucas está mais manhoso, eu pergunto o que foi e ofereço um abraço e brincamos. São os detalhes que fazem a diferença. Antes, ele não falava e, hoje, pede as coisas e faz contas sozinho, atividades com guache, interage com os colegas e come alimentos que não conseguia", observa a Natalia, que integra equipe de profissionais da Conviva Serviços.

São profissionais que auxiliam estudantes com deficiência a se alimentarem, locomoverem e realizarem a higiene íntima e bucal. E que são submetidos às constantes capacitações em várias áreas do conhecimento, especialmente em saúde e primeiros socorros, com missão contribuir para que o aluno conquiste autonomia, conviva com situações de socialização, desafios e descobertas.

"Uma das maiores lições que eu aprendi nesses anos todos é que o melhor tratamento para o autismo é o amor. E o trabalho que a Natalia faz tem reforçado todos os dias que esse é o caminho", finaliza Tereza.

 

Conviva Serviços

Com três décadas de atuação, a Conviva Serviços exerce importante papel para a educação inclusiva no Brasil. É considerada uma das principais entidades privadas a se especializar para atender aos alunos com deficiência na escola regular, através do profissional de apoio escolar. A Conviva Serviços está presente nos estados de São Paulo e Mato Grosso e, além do apoio escolar com constantes capacitações, oferece em seu quadro funcional equipes multidisciplinares.

 

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Fonte: Lettera Comunicação

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