Existe um paradoxo na gestão condominial que ainda confunde síndicos e moradores: os condomínios mais eficientes costumam ser aqueles que mais investem. Ainda assim, no longo prazo, são justamente esses que gastam menos.

A discussão sobre cidades inteligentes deixou de ocupar o campo das tendências tecnológicas para assumir uma dimensão estratégica e urgente. O debate já não diz respeito apenas da incorporação de inovação digital à gestão pública, mas à própria capacidade das cidades responderem à pressões demográficas, climáticas, sociais e econômicas que se intensificam ano após ano. Ignorar essa situação significa, na prática, comprometer competitividade, sustentabilidade e qualidade de vida.

Apesar dos avanços legislativos e do aumento do debate público, a desigualdade de gênero no ambiente de trabalho permanece como um dos principais desafios do mercado brasileiro.

O caso recente em Minas Gerais, que ganhou repercussão nacional após a absolvição de um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos, reacende um debate urgente e inadiável: quem protege as meninas quando as instituições falham?

A digitalização deixou de ser um diferencial competitivo para se tornar um requisito básico no Sistema Financeiro Nacional (SFN).

A Inteligência Artificial é, sem sombra de dúvidas, uma das tecnologias mais impressionantes de todos os tempos. Muito tem-se falado sobre como essa inovação impactará na vida das pessoas e, principalmente, o mercado de trabalho.

A universalização do saneamento básico no Brasil é uma meta ambiciosa e urgente, estabelecida pela Lei nº 14.026/2020, conhecida como o novo marco legal do saneamento. Essa legislação impõe prazos e metas claras para que todos os municípios brasileiros garantam o acesso universal e de qualidade aos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana.

Em São Paulo, o alinhamento entre regras, planejamento territorial e investimento em infraestrutura produz escala habitacional e inclusão social e se destaca no debate sobre desenvolvimento urbano.

Em 2025, o Brasil registrou 1.518 feminicídios, um recorde histórico. São quatro mulheres assassinadas por dia. Se considerarmos as tentativas, foram quase 7 mil casos no ano. Mulheres que enfrentaram a morte simplesmente por serem mulheres.

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