Dengue: Rede de assistência mantém protocolo com pacientes

Saúde
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A rede de assistência a pacientes com dengue está seguindo seu curso normal em Catanduva, visando diagnóstico e atendimento de qualidade. A opinião é consensual entre profissionais que monitoram o avanço do Aedes aegypti na cidade. O tópico entrou na pauta da mais recente reunião intersetorial da Sala de Situação. 

Conforme avaliado, medidas de protocolo de atendimento estão sendo cumpridas, sem a necessidade de implantação de centros de hidratação, como ocorre, atualmente, em alguns municípios paulistas, como Bauru e São José do Rio Preto.

“Não descartamos também implantar esse tipo de centro na cidade, se os casos aumentarem. Por enquanto, estamos monitorando dia a dia, semana a semana”, ressaltou Daniela Belucci, diretora de Vigilância em Saúde.

De acordo com boletim epidemiológico divulgado no dia 13 de março, Catanduva registrou 125 casos positivos de dengue, do começo do ano até agora. No total, 130 casos estão em investigação e 126 exames deram resultado negativo para dengue.

De acordo com profissionais da área, a Atenção Básica e UPA (Unidade de Pronto Atendimento) estão acolhendo os pacientes suspeitos e confirmados de dengue, com os procedimentos necessários, dentro de cada grupo classificado: A (casos leves), B (grupos prioritários), C (caso de internação), D (casos extremamente graves que precisam de cuidados em terapia intensiva).

Quando identificada necessidade de internação e avaliação com exames mais específicos, os pacientes são encaminhados para a referência, que é a Unidade de Urgência e Emergência do Hospital Padre Albino. Enquanto que, os pacientes conveniados são atendidos pelos planos de saúde ou consultórios particulares.

Capacitação

Uma das frentes de trabalho da Secretaria Municipal de Saúde consiste em capacitar equipe clínica quanto ao manejo clínico e fluxos de Dengue. Nesse contexto, profissionais que atuam na Atenção Básica foram capacitados, no final de 2018. O treinamento envolveu enfermeiros, auxiliares de enfermagem e médicos.

A capacitação foi extensiva a funcionários da UPA, médicos do Hospital Emílio Carlos, residentes do Hospital Padre Albino e do Hospital São Domingos. “Por meio dos estímulos nos treinamentos, conseguimos massificar os critérios de atendimento e suas devidas classificações”, ressaltou o médico infectologista, Ricardo Santaella.

Imagem: Comunicação/Prefeitura de Catanduva

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