Recentemente, o Instituto Semesp, órgão do Sindicato das Instituições de Ensino Superior Privado, divulgou estudo apontando que investir na educação superior é a principal alternativa para manter-se competitivo neste cenário mundial sobre os impactos do Covid-19. O estudo mostra também que essa paralisação da economia pode acabar com cerca de 195 milhões de empregos em tempo integral ao redor do mundo.

Em 2015 e 2016, o Brasil enfrentou momento de crise econômica bastante expressivo e o nível de escolaridade maior foi determinante para que o trabalhador permanecesse no mercado de trabalho. “Quem possuía graduação superior foi menos afetado pelo desemprego, a exemplo do que poderemos enfrentar agora em 2020 com a pandemia do Covid-19. Quanto maior o nível de escolaridade, menor a chance do trabalhador ser afetado em períodos de crise no mercado de trabalho”, ressaltou o coordenador do curso de Administração da UNIFIPA, Antonio Agide Mota Junior.

Conforme o estudo do SEMESP, possuir um curso superior traz muitos benefícios em relação à empregabilidade, sobretudo no Brasil, onde a taxa de escolarização líquida é bem abaixo da desejada (17,9% contra 33%, de acordo com meta do Plano Nacional de Educação). Quando a economia vai bem, a disputa por profissionais qualificados eleva a remuneração. No entanto, em tempos de crise econômica ter uma graduação é fundamental para minimizar os riscos do desemprego crescente, uma vez que o número ofertado de vagas pelas empresas diminui e a concorrência se torna mais acirrada.

O estudo atesta os dados: a chance de desemprego é quase 50% menor para as pessoas com nível superior completo em relação às pessoas com nível fundamental ou médio completos.

Fonte: Fundação Padre Albino

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