Com o objetivo de incentivar a reflexão no contexto desafiador em que nos encontramos, a série Ideias, promovida pelo Sesc São Paulo por intermédio de seu Centro de Pesquisa e Formação (CPF), traz a transmissão ao vivo de debates sobre as principais questões que tencionam a agenda sociocultural e educativa atual. Sempre às 16h, as conferências acontecem pelo canal do YouTube do Sesc São Paulo, com participação do público e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Na terça-feira, dia 30, a mesa Branquitude e antirracismo traz reflexões sobre conceitos e práticas envolvidos na discussão das relações raciais brasileiras, em específico, aqueles centralizados no lugar do branco nessas relações. Temas como educação antirracista e os reflexos na produção e difusão artística estarão em pauta. Participam do debate a professora e militante junto ao Movimento Negro Brasileiro Petronilha B. G. e Silva, a professora e doutora em psicologia social Lia Vainer Schucman e a atriz, cantora, diretora e compositora Naruna de Lima Costa. Com apresentação e mediação de Fabiano Maranhão, membro no NEAB-Núcleo de Estudos Afro Brasileiros da UFSCar e assistente técnico da Gerência de Estudo e Programas Sociais do Sesc SP.

Quinta-feira, dia 2 de julho, é dia do debate Descolonização do olhar: Enfrentamento das imagens da história da arte e do cotidiano. Nele, será analisado como os discursos de poder influenciam na produção e circulação de imagens de pessoas negras no campo da história da arte, da ciência e da cultura visual, contribuindo para a manutenção das desigualdades. Com Rosana Paulino, artista visual e pesquisadora, e Elidayana Alexandrino, artista visual, educadora, pesquisadora e curadora independente. Mediação do artista visual, pesquisador, curador e professor Claudinei Roberto, e apresentação da historiadora e pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP, Sabrina da Paixão.

Na sexta-feira, dia 3, o autor e liderança indígena Ailton Krenak e a filósofa Déborah Danowski falarão sobre o tema Crônicas Terranas, mundos por vir. O debate traz reflexões sobre como imaginar e criar alternativas para o mundo por vir, a partir de nossa situação presente de ataques do atual governo aos povos indígenas, da pandemia do novo coronavírus e do colapso ecológico em curso. Mediação e apresentação de Tatiana Amaral, assistente técnica da Área Diversidade Cultural da GEPROS - Gerência de Estudos e Programas Sociais, Sesc SP.

E por fim, no sábado, 4, entra em pauta o tema Paradesporto  brasileiro: Gestão, Competição e Acesso. Com o intuito de disseminar conceitos e diretrizes ligadas às políticas públicas destinadas ao tema da acessibilidade, o debate trará um diálogo sobre a atividade física adaptada e do paradesporto em suas diversas dimensões, tendo como premissas o acesso, a socialização, a ruptura do capacitismo e o caráter educativo. Entre os participantes, estão Davi Farias, coordenação de cursos da Educação Paralímpica do Comitê Paralímpico Brasileiro, Julyana Silva, atleta do lançamento de disco da equipe de paratletismo Naurú, e Neiza de Lourdes Frederico Fumes, presidente da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada – SOBAMA. Com mediação do produtor musical e consultor de acessibilidade, Ari Protázio, e apresentação de Júlio César Pereira, assistente técnico da Gerência de Desenvolvimento Físico-esportivo do Sesc SP.

PROGRAMAÇÃO IDEIAS #EMCASACOMSESC

 

Dia 30/6, terça-feira

Branquitude e antirracismo

Este encontro objetiva refletir sobre conceitos e práticas envolvidos na discussão das relações raciais brasileiras, em específico, aqueles centralizados no lugar do branco nessas relações. A partir de teorias sociais sobre branquitude, educação antirracista e os reflexos na produção e difusão artística, pretende lançar um olhar para a construção social do Brasil, problematizando o lugar de privilégio do grupo coletivo branco em detrimento a outros grupos raciais. Um convite para a reflexão sobre as produções de subjetividades, bem como a articulação sobre posturas antirracistas.

Participantes:

Petronilha B. G. e Silva – Professora Emérita da UFSCar. Pesquisadora do NEAB/UFSCar. Milita junto ao Movimento Negro Brasileiro.

Lia Vainer Schucman – Doutora em Psicologia Social pela USP com estágio de Doutoramento no Centro de Novos Estudos Raciais pela Universidade da Califórnia. Professora do Departamento de Psicologia da UFSC.

Naruna de Lima Costa – Atriz, cantora, diretora e compositora. Sua atuação se caracteriza pela valorização poética das periferias paulistanas e da presença negra no cenário cultural.

Apresentação e mediação:

Fabiano Maranhão – Mestre em educação pela UFSCar, membro no NEAB-Núcleo de Estudos Afro Brasileiros da UFSCar e assistente técnico da Gerência de Estudo e Programas Sociais do Sesc SP.

 

Dia 2/7, quinta-feira

Descolonização do olhar: Enfrentamento das imagens da história da arte e do cotidiano

Como os discursos de poder influenciam na produção e circulação de imagens de pessoas negras no campo da história da arte, da ciência e da cultura visual, contribuindo para a manutenção das desigualdades.

Participantes:

Rosana Paulino – Artista visual e pesquisadora com Doutorado em Artes Visuais pela ECA-USP).

Elidayana Alexandrino – Artista visual, educadora, pesquisadora e curadora independente.

Mediação:

Claudinei Roberto – Artista visual, pesquisador, curador e professor.

Apresentação:

Sabrina da Paixão – Historiadora e pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc SP.

 

Dia 3/7, sexta-feira

Crônicas Terranas, mundos por vir

Nesta live, o autor e liderança indígena Ailton Krenak e a filósofa Déborah Danowski conversarão sobre como imaginar e criar alternativas para o mundo por vir, a partir de nossa situação presente de ataques do atual governo aos povos indígenas, da pandemia do novo coronavirus e do colapso ecológico em curso.

Participantes:

Déborah Danowski – Professora da Pós-Graduação em Filosofia da PUC-Rio.

Ailton Krenak – Ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas, organizou a Aliança dos Povos da Floresta que reúne comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia.

Mediação e Apresentação:

Tatiana Amaral - Assistente técnica da Área Diversidade Cultural da GEPROS - Gerência de Estudos e Programas Sociais, Sesc SP.

 

Dia 4/7, sábado

Paradesporto brasileiro: Gestão, Competição e Acesso

O esporte de competição praticado por pessoas com deficiência teve uma enorme projeção na sociedade brasileira na última década. Nesse período, o Brasil atingiu posição de destaque entre as potências do paradesporto internacional, figurando entre os oito primeiros colocados nos quadros de medalhas das duas últimas Paralimpíadas.

Tendo em vista seu forte caráter midiático, com enorme alcance de público, este evento contribui para a disseminação de conceitos e diretrizes ligadas às políticas públicas destinadas ao tema da acessibilidade, inclusive por expor muitas vezes os riscos causados pela busca pelo sucesso e pelo resultado.

O momento atual se mostra muito fértil para o diálogo que, a partir da diversidade de experiências de enfrentamento da crise, leva ao aprofundamento de concepções e práticas que a sociedade pretende ver presentes em um dia-a-dia que venha a se mostrar mais próximo ao pré-pandemia. 

Este encontro traz para tal diálogo o tema da atividade física adaptada e do paradesporto em suas diversas dimensões, tendo como premissas o acesso, a socialização, a ruptura do capacitismo e o caráter educativo.

Participantes:

Davi Farias – Coordenação de cursos da Educação Paralímpica do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Julyana Silva – Atleta do lançamento de disco da equipe de paratletismo Naurú.

Neiza de Lourdes Frederico Fumes – Presidente da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada – SOBAMA.

Mediação:

Ari Protázio – Produtor musical e consultor de acessibilidade.

Apresentação:

Júlio César Pereira – Assistente técnico da Gerência de Desenvolvimento Físico-esportivo do Sesc SP.

 

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